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Museus e Salas de Exposições

Museo de Bellas Artes

 Museo de Bellas Artes
924212469/924248034
C/ Duque de San Germán, 3 06001 Badajoz
924254063
TITULARIDADE
Diputación Provincial de Badajoz

SERVIÇOS
Visitas guiadas a grupos:
Solicitar previamente dia e hora.
Grupos de 10 a 30 pessoas.
Biblioteca
Materiais divulgadores e didáticos.
Esta permitido realizar fotografias e vídeos para
uso privado, sem flash ou foco e sem tripé.

ENTRADA
Gratuita

Os Edifícios do Museu

Em janeiro de 1920 se inaugurou o Museu Provincial de Belas Artes de Badajoz, utilizando alguns salões do Palácio da Diputación; nestes momentos iniciais o acervo do Museu estava constituído por 58 obras. Durante estes 78 anos de história, o aumento de seu patrimônio através de aquisições, doações, legados e depósitos vem sendo uma atuação constante e bem-sucedida.
O aumento progressivo e continuado do acervo movimentou a Diputación Provincial a adquirir uma casa palácio de finais do século XIX na rua Meléndez Valdés, para onde se transladou o Museu em 1979. Quando este imóvel resultou novamente insuficiente a Diputación adquiriu outros, entre eles o que, com entrada pelo C/. Duque de São Germán, se comunica pela parte posterior com o museu antigo, o que permitiu uma conexão e uma ampliação que supera os 2.000 m2. Esta segunda casa palácio, também de finais do século XIX, entrada actual do Museu, é um rico imóvel que contribui para embelezar a instituição museística e a duplicar seus espaços expositivos.

Em relação ao corpo do Museu é obrigatório referir-se também aos três andares de ambas as casas palácios, pois definem as características da circulação no seu interior, impõem um percurso e uma ordem ao visitante, determinam em grande medida a exposição e exibição das peças. Neste sentido o Museu fez um esforço por harmonizar convenientemente a arquitetura e a decoração interior com a distribuição do acervo.

O Acervo

O acervo inicial, que contava com apenas 58 obras, vem sendo incrementado e, na actualidade, já alcançou mais de 1.200 peças de pintura e escultura, que representam a mais de 300 artistas.

Mesmo que os fundos pertencem na sua maioria aos séculos XIX e XX, no entanto, a coleção antiga é bastante representativa e possui obras de Morales, pranchas do desaparecido retábulo maior de Casas de Dom Pedro, duas tábuas de Zurbarán correspondentes a outro retábulo de Llerena, atribuições de Caravaggio e de Corregio, um tríptico flamenco da Adoração dos Reis Magos, etc.

Do século XVIII extremenho o Museu conta com obras de José de Mera e de duas famílias pacenses1 destacadas: Os Mures e os Estradas. A nível nacional podemos citar três águas-fortes de Goya.

A grande riqueza museística se centra nos séculos XIX e XX. A nível nacional destacam pintores do nível de Antonio María Esquivel, Casado del Alisal, Carlos Haes, Eduardo Rosales, Eugenio Lucas Villamil, Rogelio Egusquiza, etc.

A pintura extremenha arcaica está representada fundamentalmente por dois grandes nomes: Nicolás Megía e Felipe Checa, com elevado número de obras que confere ao Museu certo caráter monográfico. Em escultura se destaca Aurelio Cabrera.

A pintura de costumes extremenha do século XX está bem representada nas salas dedicadas a Eugenio Hermoso, Adelardo Covarsí e Pérez Jiménez.

Com mais de cem obras, o Museu de Belas Artes é autenticamente monográfico do escultor Pedro Torre Isunza. Enrique Pérez Comendador, Gabino Amaya, Mauricio Tinoco e Juan de Ávalos, entre outros, completam o panorama escultórico regional deste século.

Outros pintores da primeira metade deste século com obras representativas são Carrasco Garrorena, Aparicio Quintana, Juan Caldera, Moreno Márquez, etc.

Na segunda metade do século passado se encontram Amador Purificación, Eduardo Acosta Palop, Rogelio García Vázquez, Bonifacio Lázaro, Timoteo Pérez Rubio y Antonio Juez Nieto.

No panorama da pintura extremenha actual, se exibem obras de Godofredo Ortega Muñoz, Juan Barjola, Eduardo Naranjo, Juan José Narbón, Jaime de Jaraiz, Cañamero, Pedraja, Silveira, Poblador, etc.

Junto à pintura extremenha aparecem algumas amostras da pintura espanhola como os desenhos de Federico García Lorca e Rafael Alberti, e os gravados de Picaso e Dalí.

Características do Museu

O Museu de Belas Artes de Badajoz se caracteriza, pelo menos, pelas seguintes particularidades, que constituem sua personalidade, seus sinais de identidade:

A pintura regionalista e a pintura de costumes; a pintura de crítica social em outras ocasiões e, definitivamente, o caráter extremenho de muitas de suas obras definem em grande parte a personalidade do Museu.

Abriga numerosas obras de pintores estrangeiros e nacionais, especialmente extremenhos, que concorreram e foram premiados em Exposições Nacionais e Estrangeiras. O que constitui um aspecto de grande interesse para o estudo e conhecimento destas manifestações artísticas durante os séculos XIX e XX.

Apresenta um caráter antológico pela extensão e pelo panorama de seu acervo, que abrangem desde o século XVI até mestres ativos na actualidade.

É um Museu de pintura e escultura de alta qualidade, fundamentalmente dos séculos XIX e XX, que resulta imprescindível e obrigatório para a investigação e o estudo da arte extremenha.

Nos seus espaços expositivos se adotou a ordenação tradicional do acervo, combinando pinturas, esculturas e móveis.

Mais info

HORÁRIO DE VISITAS
Manhã: De 10 h a 14 h. De terça a domingo, ambos inclusive.
Tarde: Inverno (setembro-maio): De 16h a 18h. De terça a sexta, ambos inclusive.
Verão (junho-agosto): De 18h a 20 h.
De terça a sexta, ambos inclusive.
Segundas-feiras e feriados fechado.
 
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